Em reportagem publicada na revista IstoÉ, a repórter Carina Rabelo descreveu como sofisticadas grifes estão enfrentando a crise internacional.
Muitas delas, como as nacionais, Iódice, Alexandre Herchcovitch, Isabela Capeto, Maria Bonita Extra, Miele e as internacionais, Giorgio Armani, Calvin Klein, Roberto Cavalli (na foto ao lado) e Dolce & Gabbana, abrem segundas marcas, financeiramente mais acessíveis. De acordo com Carina, a tendência é que cada vez mais as classes populares tenham acesso aos produtos de grandes estilistas. A Red, segunda marca da Iódice, segue a tendência de vender produtos mais baratos do que a loja-mãe e coleções de rápida transição, característica esta muito parecida com o esquema que o Mega Polo Moda oferece. O exemplo de Isabela Capeto, publicado aqui em dezembro, é a coleção que a estilista desenvolveu para a rede de supermercados Pão de Açúcar, batizada de Taeq.
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Notas Rápidas


é bem legal esse tipo de materia, pois nos deixe atenados no que tá aconteçendo no mundo da moda.
djanane Melo
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