Cinco razões para ir ao Tim Festival, evento de música que acontece em São Paulo, Rio, Curitiba e Vitória entre os dias 25 e 31 de outubro. Se você não conseguir mais o ingresso - já que a procura está grande -, aproveite e baixe as músicas na Internet.
Faculdade de jornalismo e de física, mas nada de Toni Platão se formar. O negócio desse carioca, que canta desde o começo dos anos 90, é a música mesmo. Em 1994 veio seu primeiro disco solo, “Tony Platão”, com músicas próprias e de outros compositores, como Paulo Ricardo, Frejat, Leoni, Vinícius Cantuária, Herbert Vianna, Dulce Quental e Alvin L. O som desse cara é mais para o soul - e seu vozeirão ajuda muito. “Calígula Freejack”, lançado em 2000, foi mais bem recebido pela crítica. Entre as faixas, letras de Vinícius de Moraes, Baden Powell e do Mundo Livre S/A. Já virou febre entre os mais antenados.
Cat Power, ou Chan Marshall, é uma americana que divide seu tempo entre voz, poesia e piano. Sua música pode ser taxada de folk, o mesmo de Bob Dylan e Lou Reed. Letras tristes e jeito sexy dão o tempero para essa moça nascida na Geórgia em 1972. Se quiser conhecer mais o trabalho da banda, baixe na Internet os álbuns “Headlights”, “Dear Sir”, “Myra Lee”, “What Would The Community Think”. No Tim Festival, ela sobe ao palco com as brasileiras Kátia B e Cibelle. Mas corre que os ingressos estavam quase esgotados dias atrás. Em último caso, ouça em casa!
Cibelle é paulista, mas antes de ficar conhecida aqui, fez um certo sucesso na Europa. Mas, antes de embarcar para lá, a moça teve ajuda de dois produtores jovens e talentosos daqui, Apollo 9 e Suba. Seu primeiro disco, “Cibelle”, foi bem recebido pela crítica. Com muita delicadeza e com sonoridade leve, ela vem conquistando. Entre os ritmos, bossa nova, jazz e folk.
Islandesa mais de sangue quente que se tem notícia, Björk não precisa de muita apresentação. Seus clipes são maravilhosos, sua música é super experimental e remete às paisagens de sua terra natal, a Islândia, repleta de sons de vulcões e outros barulhos da natureza. Até de Brasil ela tem um pouco de referência: a cantora é fã de Elis Regina e seu jeito visceral de cantar tem muito dela. Assistir a um show de Björk é também uma viagem visual, já que a cantora adora misturar elementos tecnológicos em suas apresentações. Realmente, uma experiência única.
Juliette Lewis largou todo o conforto e o sucesso de Hollywood por uma banda de rock. A ex-atriz juntou alguns amigos e formou a Juliette and the Licks. A banda, sem grandes inovações no que se refere ao rock, merece ser vista no Tim festival não só pela presença - ela é uma das musas da geração 90. Mas também porque sua voz é poderosa e sua performance é de arrepiar. Seu primeiro disco, que leva o nome da banda, já está sendo vendido no Brasil há algum tempo e merece estar na sua discoteca. Mas só para festas regadas a muita bebida e gente jovem!
Para saber mais, acesse:
http://www.timfestival.com.br/

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